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sábado, 13 de novembro de 2010
BRASIL: O trem pede passagem
REVISTA CARTA CAPITAL
O trem pede passagem
Gerson Freitas Jr
12 de novembro de 2010
Após anos de pouca expansão da malha, o setor ferroviário prevê investimentos superiores a 100 bilhões de reais e almeja uma integração territorial nunca antes vista no País
A viabilidade do trem-bala continua uma incógnita. O governo diz que garante.
“Se sobreviver ao século XX, a ferrovia será o modo de transporte do século XXI.” Quando fez essa afirmação, em 1947, o então presidente da rede ferroviária francesa (SNCS), Louis Armand, manifestava sua preocupação com a ascensão do modelo norte-americano, baseado na indústria automobilística, após a Segunda
Guerra Mundial, e seu impacto sobre o transporte por trilhos. Mais de 50 anos depois, a profecia começa a fazer sentido – para os brasileiros. Após décadas de abandono e falta de perspectivas, o setor ferroviário nacional experimenta dias de euforia com a promessa de altos investimentos nos próximos anos.
Estrangulado pelos gargalos logísticos que atravancam o transporte de cargas e pelos graves problemas de mobilidade nas grandes cidades, o Brasil parece finalmente despertar para a necessidade de acelerar a expansão de sua malha férrea.
Estima-se que os projetos previstos para os próximos anos vão consumir mais de 100 bilhões de reais – quatro vezes mais do que foi investido na última década. O valor, que compreende desde as grandes ferrovias para o transporte de minério no Norte e Nordeste até a expansão do metrô em São Paulo, embute uma novidade: pela primeira vez desde a implantação da ferrovia no Brasil, o investimento no setor de passageiros (75 bilhões de reais) será maior do que no de cargas (30 bilhões de reais).
domingo, 17 de outubro de 2010
Projeto de Museu do Trem é lançado em Bauru
Matéria publicada no Jornal da Cidade de Bauru e região
Projeto de Museu do Trem é lançado em encontro ferroviário
Luciana La Fortezza
17/10/2010
Projeto de Museu do Trem é lançado em encontro ferroviário Luciana La Fortezza A terceira edição do Encontro Ferroviário e de Ferromodelismo de Bauru não só reuniu amantes do tema de todo o Estado de São Paulo como também lançou o projeto do Museu do Trem, a ser instalado em parte das antigas oficinas da Noroeste do Brasil (hoje não operacionais), em Bauru. A informação foi prestada por Ricardo Bagnato, vice-presidente da Associação de Preservação Ferroviária e de Ferromodelismo de Bauru (APFFB) e também um dos organizadores do evento.
“A proposta do museu é contar a história das ferrovias por intermédio de exposição sistemática e dinâmica de locomotivas, carros de passageiros, vagões e equipamentos ferroviários. É um grande museu. Há dois anos trabalhamos nesse projeto. Agora estamos partindo para uma reta final de composição para buscarmos recursos e viabilizar a obra”, explica Bagnato. De acordo com ele, serão necessários investimentos de R$ 10 milhões.
“Para esse tipo de projeto é pouco porque é um mega projeto. Projetará Bauru não só em nível nacional, como internacional. Nós temos condição de fazer porque temos patrimônio histórico e acervo”, comenta. De acordo com ele, a associação e a prefeitura vão trabalhar para buscar recursos, inclusive federais. Uma empresa de São Paulo especializada em museus, a Rainha de Copas, já foi acionada para implementar o plano museológico, exigência do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).
“Vamos pesquisar público, o entorno, o local, o corpo administrativo, a parte técnica”, explica Maria Paula Cruvinel, representante da empresa.
História hoje
Mas os apaixonados pela história ferroviária já foram contemplados, neste final de semana. Por meio de uma mostra fotográfica, por exemplo, a terceira edição do Encontro Ferroviário e de Ferromodelismo de Bauru procurou resgatar a história da ferrovia - também com objetos.
“Temos nove fotos que ficaram guardadas por mais de 70 anos, que trouxemos à luz. As originais são de seo Alípio Munhoz. Ele cedeu as imagens para a exposição. Elas mostram antigas oficinas da década de 20, antes da construção dessa estação”, comenta Ricardo Bagnato. A estação, antigo prédio da Rede Ferroviária Federal S/A, foi comprada pela administração municipal na gestão de Rodrigo Agostinho. A proposta, no entanto, é instalar o novo museu no complexo de oficinas.
Ontem, no entanto, quem abriu as portas para o público foi a própria estação. A família do jardineiro Aparecido Magalhães veio de Jundiaí para visitá-la. Ele é da Associação Jundiaiense de Ferromodelismo e Preservação Ferroviária. Aparecido e o amigo Edmilson Antonio Borssoni passaram a infância ouvindo os ruídos de trem e viajando neles. Apaixonados pelo tema, trouxeram a família para Bauru. Se o caçula dele não é assim tão vidrado por vagões, o primogênito, por coincidência, trabalha numa loja de ferromodelismo.
Aliás, as maquetes reproduzindo trechos ferroviários encantaram o público que foi ao evento e trouxe a Bauru Celso Frateschi, cuja família há 43 anos produz trens elétricos para ferromodelismo. O hobby foi transformado em negócio pelas mãos do pai dele e consegue crescer no mercado brasileiro em virtude do apreço nacional pelo tema.
Tem mais hoje
Não à toa as maquetes reproduzindo trechos ferroviários chamaram tanta atenção do público ontem e poderão ser conferidas também hoje. A terceira edição do Encontro Ferroviário e de Ferromodelismo de Bauru continua neste domingo e a entrada é franca. Além de belas, as maquetes representam investimento de tempo e dinheiro de seus proprietários. O arquiteto João Carlos Lima, por exemplo, gastou mais de R$ 5 mil para montar a sua, que tem 3 x 1,6 metros.
O projeto teve início porque ele tinha expectativa de envolver o filho, atualmente com 14 anos. O garoto não é tão estusiasta quanto o pai, que não o largou mais. Importou, inclusive, moldes americanos para fazer as rochas, por onde passam os trilhos. Orgulhoso do trabalho, veio de Bebedouro para mostrá-lo. Segundo seus apreciadores, a vantagem do hobby é que possível ampliá-lo aos poucos conforme a disponibilidade orçamentária e de tempo.
Vários estandes de venda e troca de materiais temáticos foram espalhados pela estação de Bauru para contemplar também clubes e associações de ferromodelismo. A terceira edição do Encontro Histórico Ferroviário e de Ferromodelismo de Bauru é um evento realizado pela Associação de Preservação Ferroviária e de Ferromodelismo de Bauru, Jornal da Cidade, Prefeitura Municipal de Bauru e Museu Ferroviário Regional de Bauru.
Também participa do evento o Cine Clube, que marca sua presença com filmes sobre a temática ferroviária. A locomotiva 278, mais conhecida como Maria-Fumaça, continua hoje em exposição nas gares da Estação Ferroviária, entretanto, não haverá passeio.
Grupos regionais apresentam músicas, danças e o grupo teatral bauruense Arte da Desforra mantém performances. Cerca de 6 mil cartões-postais com fotos de ferrovias continuam sendo distribuídos gratuitamente. O evento vai até as 18h. A Estação Ferroviária Central de Bauru fica na Praça Machado de Mello.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
TREM TURÍSTICO - BAURU/AGUDOS
Terça-feira, 21 de setembro de 2010
Projeto de trem turístico mobiliza Bauru e Agudos
Encontro no BOM DIA entre representantes das cidades define ação conjunta para Maria Fumaça voltar à ativa
Um projeto de trem histórico que começa a ser formatado pelas Prefeituras de Bauru e de Agudos vai fomentar o segmento turístico dos dois municípios.
Apoiada pelo BOM DIA, a proposta reuniu nesta terça-feira na redação do jornal o prefeito de Agudos, Everton Octaviani (PMDB), o vereador Luciano Durães, assessores e a secretária de Cultura, Janira Fainer Bastos, que compareceu com a diretora de Patrimônio Público, Cleide Biancardi, e Alex Sanches, da Divisão de Pesquisa e Documentação.
O encontro definiu que as duas prefeituras vão trabalhar em conjunto para viabilizar a circulação da Maria Fumaça 278 e seus vagões de madeira entre as duas estações, em trajeto de 23 quilômetros.
Na reunião de ontem, ficou acertado entre o prefeito e a secretária a formação de uma comissão permanente que se responsabilizará pelo estudo do projeto e seu registro na ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).
Seus membros também se encarregarão dos contatos com representantes da ALL (América Latina Logística) e com o Ministério dos Transportes, visando buscar a solução para o tráfego do trem de turismo.
Nas próximas semanas, os prefeitos Everton Octaviani e Rodrigo Agostinho assinarão a minuta que dará início à formação do consórcio intermunicipal.
Potenciais serão explorados
Entre as propostas discutidas na reunião desta terça no BOM DIA está a que “venderá” às agências de turismo do país o projeto do trem turístico nos mesmos moldes dos já existentes, como os de Curitiba-Paranaguá (no Paraná) e São João Del Rei-Tiradentes (em Minas Gerais).
Além de atender a demanda de passageiros das duas cidades, o projeto oferecerá um pacote turístico para visitantes que virão de outros lugares do país para o passeio.
Em Bauru, por exemplo, eles poderão conhecer o Museu Ferroviário, onde estão peças e fotografias das companhias Noroeste do Brasil, Estradas de Ferro Sorocabana e Paulista.
O receptivo também explorará outras potencialidades turísticas da cidade, como o zoológico municipal e o templo Tenri-Kyo, entre outros.
Em Agudos, os turistas vão conhecer fazendas com seus casarões centenários, o Seminário Santo Antonio e a beleza arquitetônica do centro da cidade.
“Acredito que esse projeto revolucionará o segmento turístico nas duas cidades. Será uma guinada”, comenta o prefeito de Agudos, Everton Octaviani.
Opinião do BOM DIA
Proposta movimentará o segmento turístico
O projeto que viabilizará a circulação da Maria Fumaça e seus vagões entre Bauru e Agudos vai criar nas duas cidades uma movimentação turística que trará dividendos econômicos no futuro. O apelo da composição histórica vai atrair turistas de várias regiões do país e até mesmo interessados do exterior.
As duas prefeituras acertam ao buscar alternativas para fomentar o segmento de turismo. A estrutura está praticamente pronta e só depende de algumas adaptações.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
3.º Encontro Histórico Ferroviário e de Ferromodelismo de Bauru.
Jornal da Cidade de Bauru e região
01/09/2010
Meta da Associação de Preservação é transformar estação em ponto turístico
Além de manter o patrimônio histórico ferroviário na cidade, a meta é revitalizá-lo para que seja utilizado como ponto cultural e turístico. Exatamente para impulsionar este objetivo está programado para o mês de outubro o 3.º Encontro Histórico Ferroviário e de Ferromodelismo de Bauru.
O evento será realizado na Estação Ferroviária Central da cidade e contará com exposição de trens, fotos e maquetes, venda de objetos relacionados ao tema e apresentações culturais. A meta do encontro é exatamente angariar mais visitas à estação.
Em relação especificamente à revitalização total do ambiente, o vice-presidente da Associação de Preservação Ferroviária e de Ferromodelismo (APFFB), Ricardo Bagnato, afirma que não há previsão para que tal fato ocorra, porém, garante que tanto a prefeitura quanto as associações estão lutando pelo processo.
“As pessoas podem achar que está tudo abandonado. Mas isso ocorre porque a maioria dos equipamentos está em trâmite de transição. Queremos mudar isso. Queremos que os trens sejam utilizados com finalidade histórica e cultural. É para isso que estamos fazendo eventos como esse que será realizado em outubro”, complementa.
Vitor Oshiro
terça-feira, 29 de junho de 2010
As locomotivas e a revolução industrial
A pintura abaixo representa o início da Revolução Industrial na Inglaterra. As locomotivas simbolizam com perfeição essa época histórica caracterizada pelo surgimento das máquinas movidas a vapor.
domingo, 16 de maio de 2010
Trens
por Luiz Ramos
publicado originalmente no blog São Paulo Minha Cidade
Moro bem pertinho da estação, e o trem faz parte do meu dia a dia como faz parte do dia a dia de todas as pessoas que moram perto de linhas férreas, utilizem-se ou não deste meio de transporte, o que acontece de diferente comigo é que eu gosto de trens.
Não desses trenzinhos mixurucas que cortam nossa cidade, mas dos trens de longos percursos. Sou fascinado por obras que os têm como tema. Músicas, como "o trenzinho caipira", filmes, como "Quanto mais quente melhor", "vidas amargas", " O expresso de Chicago" ou livros , como "O homem que via o trem passar" , "Assassinato no expresso do Oriente", etc., são, para mim, inesquecíveis, às vezes nem tanto pela história que contam, mas pelo ambiente que criam, no entanto, sendo este "Santos a Jundiaí" o trem mais próximo da minha realidade, é sobre ele que quero falar, mesmo porque, em sua humildade, ele também tem este prenúncio de tristeza que envolve o tempo de partir.
Nele as tragédias, embora não sejam cercadas de glamour, ocorrem diariamente sejam roubos, assassinatos, quedas ou então pequenas tragédias pessoais como o aviltamento de pessoas que gostam de isolamento sendo forçadas a conviver, por pouco tempo que seja, nesta intimidade deprimente, neste corpo a corpo desumano.
Há também a tragédia dos meninos abandonados que perambulam pelas estações, pelos vagões e, além do trem, pelas praças, pelas ruas de todas as cidades. Poucos os notam, muitos fingem não vê-los. São quase sempre trabalhadores. Cumprem jornadas de 12, 16, 18 horas diárias.
Comem sanduíches, frutas estragadas, restos esquecidos em balcões. Alguns roubam, só alguns, porém, todos são considerados ladrões. Vivem no olho da rua, vendem o que lhes cai na mão não importando a procedência: doces, salgados, penduricalhos, animais, flores, jornais.
Quando não há o que vender, oferecem a dignidade que lhes resta ao módico preço de "um trocadinho pelo amor de Deus". Usam os olhinhos tristes, o rostinho sujo, fazem propaganda de sua alminha judiada para enternecer o contribuinte em potencial. Crianças de melhor sorte os olham com superioridade
Nas épocas eleitorais há fartura. Ganham um dinheirinho a mais distribuindo santinhos, pichando muros. Nos comícios, ouvem discursos que prometem tanto. Apenas sorriem, nada esperam, aplaudem quem lhes paga mais. Seu divertimento é pendurar-se nos trens. Espertíssimos.
Voltando aos usuários de trem, há ainda o sofrimento dos que se iniciam neste mister. A primeira constatação é de que é impossível respirar, ou pelo menos respirar normalmente.
O expandir-se natural do tórax, ao receber o ar inalado, incomoda o vizinho. Os rostos são tensos, o clima é de velório, uma revolta latente, que raramente se concretiza, paira no ar. Vez em quando gaiatos conseguem fazer aflorar um sorriso nestas caras tão sofridas, mas são sorrisos extremamente fugazes.
A aproximação de uma nova estação é um tormento, saem 5 entram 50. A turba, como uma onda, um estouro de boiada, avança sobre os incautos que postam-se junto às portas. Quando o trem parte novamente o espaço, já tão exíguo, torna-se absurdo.
Pessoas magras, frágeis são literalmente arrancadas do piso da composição. Viajam suspensas, prensadas no ar entre corpos. Um marreteiro mais abusado tenta apregoar suas mercadorias. Desiste. É impraticável. Desconsolado, cala-se. Mulheres são encoxadas, apalpadas, olham feio. Amuam-se. Reagir contra quem se é impossível precisar quem as toca?
Na parte externa dos vagões, agarrados a lugares inimagináveis, pingentes têm seus rostos transformados, pela sujeira e opacidade dos vidros, em máscaras inumanas. Alguns sobem para o teto e, nem tão raras vezes assim, podem ser ouvidos seus gritos, seus últimos gritos.
Pelas janelas fechadas na manhã gelada, imagens tristes: Fábricas arruinadas, rios mortos, sucatas, vegetação queimada, árvores desfolhadas, carneiros sujos, galinhas de pescoço pelado, ruas, redes, fios, postes, pontes, gente com o olhar perdido, gente triste por perder o trem. Tudo passa como num sonho. As imagens correm e o trem no centro do mundo parado como as pessoas inertes que conduz, as que contém.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Nunca se case com um ferroviário
Vocês conhecem essa música?
Só pelo título ela já merece estar neste blog.

Have you been broken hearted once or twice?
If it’s yes, how did you feel at his first lies?
If it’s no, you need this good advice:
Never marry a railroad man
He loves you every now and then
His heart is at his mule train, no-no-no
Don’t fall in love with a railroad man
If you do, forget him if you can
Go better always ’round him, aaaah
Have you ever been restless in your bed?
And so lonely that your eyes became wet?
Let me tell you that one thing…
Mmm-mmm-mm-mm-mm-mm-mm
Mmm-mmm-mm-mm-mm-mm-mm
Mmm-mmm-mmm-mmm
No-no-no
Never marry a railroad man
He loves you every now and then
His heart is at his mule train, no-no-no
Don’t fall in love with a railroad man
If you do, forget him if you can
Go better always ’round him, no-no-no
No-no-no, no-no-no, no-no-no
Nunca se case com um ferroviário
Você me desiludiu uma ou duas vezes?
Se for assim, como você se sentiu em sua primeira desilusão?
Se não foi, você necessita deste bom conselho:
Nunca se case com um ferroviário
Ele te ama em um momento e então
Seu coração já parte em um trem.
Não-não-não
Não se apaixone por um ferroviário
Se você fizer isso, é melhor desistir dele
Ficará sempre melhor sem ele, Aaaah
Você sempre teve um sono agitado?
E tão solitária que seus olhos ficam marejados?
Deixe-me dizer uma coisa ...
Mmm-mmm-mm-mm-mm-mm-mm
Mmm-mmm-mm-mm-mm-mm-mm
Mmm-mmm-mmm-mmm
Não-não-não
Nunca se case com um ferroviário
Ele te ama em um momento e então
Seu coração já parte em um comboio,
Não-não-não
Não se apaixone por um ferroviário
Se você fizer isso, é melhor desistir dele
Ficará sempre melhor sem ele.
Não-não-não
Não-não-não, não, não, não, não-não-não
Só pelo título ela já merece estar neste blog.

Para ver o vídeo clique aqui
Never Marry A Railroad Man
Have you been broken hearted once or twice?
If it’s yes, how did you feel at his first lies?
If it’s no, you need this good advice:
Never marry a railroad man
He loves you every now and then
His heart is at his mule train, no-no-no
Don’t fall in love with a railroad man
If you do, forget him if you can
Go better always ’round him, aaaah
Have you ever been restless in your bed?
And so lonely that your eyes became wet?
Let me tell you that one thing…
Mmm-mmm-mm-mm-mm-mm-mm
Mmm-mmm-mm-mm-mm-mm-mm
Mmm-mmm-mmm-mmm
No-no-no
Never marry a railroad man
He loves you every now and then
His heart is at his mule train, no-no-no
Don’t fall in love with a railroad man
If you do, forget him if you can
Go better always ’round him, no-no-no
No-no-no, no-no-no, no-no-no
Nunca se case com um ferroviário
Você me desiludiu uma ou duas vezes?
Se for assim, como você se sentiu em sua primeira desilusão?
Se não foi, você necessita deste bom conselho:
Nunca se case com um ferroviário
Ele te ama em um momento e então
Seu coração já parte em um trem.
Não-não-não
Não se apaixone por um ferroviário
Se você fizer isso, é melhor desistir dele
Ficará sempre melhor sem ele, Aaaah
Você sempre teve um sono agitado?
E tão solitária que seus olhos ficam marejados?
Deixe-me dizer uma coisa ...
Mmm-mmm-mm-mm-mm-mm-mm
Mmm-mmm-mm-mm-mm-mm-mm
Mmm-mmm-mmm-mmm
Não-não-não
Nunca se case com um ferroviário
Ele te ama em um momento e então
Seu coração já parte em um comboio,
Não-não-não
Não se apaixone por um ferroviário
Se você fizer isso, é melhor desistir dele
Ficará sempre melhor sem ele.
Não-não-não
Não-não-não, não, não, não, não-não-não
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